SAMU de Nonoai completa 12 anos de atuação e atende média mensal de até 30 ocorrências
Coordenadora da equipe, enfermeira Letícia Correia, destacou o perfil dos atendimentos clínicos e explicou o funcionamento do acionamento via central 192
Publicado em 17/09/2026 às 21:19
Capa SAMU de Nonoai completa 12 anos de atuação e atende média mensal de até 30 ocorrências

Foto de Leo Rosa / Rádio Ametista

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Nonoai soma 12 anos de prestação de serviços no município, registrando uma média mensal de 20 a 30 atendimentos. A estrutura operacional funciona em regime contínuo de 24 horas e conta atualmente com 10 colaboradores efetivos, além de um profissional extra contratado temporariamente para cobrir o período de férias da equipe. As informações sobre o panorama dos trabalhos e a rotina da unidade foram apresentadas pela enfermeira-chefe e coordenadora da equipe local, Letícia Correia, em entrevista concedida ao repórter Léo Rosa para a Rádio Ametista / Complexo Luz e Alegria nessa quinta-feira (17).

Perfil dos atendimentos e baixo índice de trotes

De acordo com a coordenadora, embora haja oscilações periódicas nas chamadas — alternando momentos de maior demanda por traumas e acidentes —, a maioria expressiva das ocorrências registradas no município é de caráter clínico, envolvendo casos como mal súbito e acidente vascular cerebral (AVC). Letícia Correia, que atua na base de Nonoai há 11 anos, ressaltou ainda a alta conscientização e colaboração dos moradores locais, enfatizando que o registro de trotes na unidade é mínimo, com apenas dois ou três episódios contabilizados durante toda a sua trajetória no município.

Funcionamento do fluxo do canal 192

Durante a entrevista, a enfermeira prestou esclarecimentos sobre a logística do sistema de regulação, reforçando que o acionamento de emergência deve ser realizado exclusivamente pelo telefone 192. Ela explicou que as chamadas não chegam diretamente à base física de Nonoai, mas são direcionadas à Central de Regulação do SAMU em Porto Alegre. Na central estadual, o usuário fala imediatamente com um médico regulador, que repassa as primeiras orientações de primeiros socorros enquanto aciona simultaneamente a equipe local para a saída e deslocamento da ambulância até o endereço indicado.

Fonte: Ramon Mendes / Leo Rosa - Jornalismo Rádio Ametista

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