O Hospital Comunitário Beneficente de Nonoai registrou aumento na procura por atendimento de pacientes com síndrome gripal e reforçou medidas para reduzir o risco de transmissão de doenças respiratórias dentro da unidade. Segundo a enfermeira responsável técnica, Beatriz Padilha Bertoncelo, o hospital realiza atualmente cerca de 140 atendimentos diários, sendo aproximadamente 80% relacionados a casos leves de síndrome gripal.
Hospital adota novas regras de acesso
Diante do aumento da demanda, o hospital implantou um novo fluxo para acompanhantes e visitantes, por meio de orientação da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH). A partir das mudanças, cada paciente tem direito a um acompanhante por vez, incluindo idosos, crianças e pessoas com deficiência. Nos horários de visita, são permitidos até dois visitantes por paciente.
De acordo com a enfermeira, a medida busca reduzir a circulação de pessoas no ambiente hospitalar e garantir mais segurança para pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde.
Casos leves devem ser atendidos nas UBSs
A orientação da instituição é que pessoas com sintomas leves, como febre, tosse, dor de garganta, dor de cabeça e dores no corpo, procurem inicialmente a Unidade Básica de Saúde (UBS). Caso o médico identifique necessidade de atendimento hospitalar, o paciente será encaminhado à unidade.
Já pessoas com dificuldade respiratória, febre alta persistente, dor no peito ou nas costas devem procurar atendimento hospitalar imediatamente.
Beatriz também ressaltou que a maioria das síndromes gripais é causada por vírus, e não por bactérias, reforçando a importância da avaliação médica antes do uso de medicamentos.
Hospital atende municípios da região
O Hospital Comunitário Beneficente de Nonoai é referência como porta de entrada para pacientes de Nonoai, Rio dos Índios, Trindade do Sul, Entre Rios do Sul, Faxinalzinho e das comunidades indígenas da região.
Segundo a direção técnica, as medidas adotadas têm como objetivo preservar a capacidade de atendimento aos casos mais graves, reduzindo o risco de transmissão de doenças respiratórias dentro da instituição.
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