Refletindo sobre o tema pode-se dizer que para compreender as trajetórias escolares e os diversos fatores que geram a exclusão de jovens, é importante os situalizar como pessoas sociais e culturais. Isso faz entender que estas pessoas possuem uma história, tem as visões de mundo, possuem uma escala de valores, tem sentimentos e emoções, possuem desejos que se transformam em projetos e também hábitos e costumes que lhes são próprios.
Além disso, estas pessoas possuem sua vida social cotidiana e se identificam pelas formas próprias de viver com a sociedade que produz uma cultura própria. É onde os jovens percebem as relações em que estão imersos, se apropriam dos significados que se lhes oferecem e os reelaboram, sob a limitação das condições dadas, formando, assim, sua consciência individual e coletivo.
Mas para isso, é necessário que a família e o jovem acreditem que a frequência escolar no presente signifique de fato uma preparação para um futuro melhor. Seria essa crença que possibilitaria a internalização de uma disciplina necessária para "suportar" a frequência escolar.
Na escola, o jovem enfrenta barreiras, as quais os desanimam como as aulas repetitivas que não possuem nenhum significado. Por isso, nos dias de hoje, o professor precisa estar atualizado e utilizar as tecnologias disponíveis em suas aulas, realizar um bom planejamento das atividades. Ainda utilizar as tecnologias que os alunos possuem como o celular, podendo formar um grupo da turma e através do celular. Com certeza o aluno vai gostar.
Para que não tenha exclusão escolar, a formação continuada do professor é importante porque vai aprendendo novas metodologias e assim vai incluindo todos os alunos na sua sala de aula. Com aulas dinâmicas e realizando o aluno descobrir novidades propondo desafios, o mesmo vai pesquisar na internet e manifestar sua descoberta, sendo que não vai mais querer d desistir em assistir as aulas porque as mesmas proporcionam atividades dinâmicas que o fazem pensar.
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