Foto de Gladimir Ramos de Souza, extensionista da Emater/RS-Ascar
A colheita de mel no Rio Grande do Sul aproxima-se do encerramento, apresentando um cenário de redução gradual na entrada de néctar e na produtividade em diversas regiões.
De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira, 2 de abril, os apicultores intensificam os preparativos para o período de escassez, focando no controle de enxameação e na organização dos apiários.
Enquanto nas regiões de Ijuí, Frederico Westphalen e Caxias do Sul o ciclo produtivo caminha para o fim com menor volume colhido, áreas como Bagé e Porto Alegre ainda registram atividade satisfatória das abelhas, impulsionada por floradas de eucalipto e campo nativo.
Expansão da meliponicultura e valorização de subprodutos
O setor de meliponicultura, voltado às abelhas sem ferrão, apresenta resultados positivos na região de Porto Alegre, onde as condições climáticas favoreceram o fortalecimento dos enxames.
Em Santo Antônio da Patrulha, a comercialização do mel de Jataí atinge o valor de R$ 230,00 por quilo, refletindo a especificidade e a demanda pelo produto. Além do mel, a produção de extrato de própolis de abelhas nativas ganha relevância comercial devido às suas propriedades bioativas.
Já na região de Pelotas, municípios como Amaral Ferrador e Pinheiro Machado confirmam uma safra superior à do ano anterior, evidenciando o potencial de crescimento e diversificação da atividade no estado.
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