O Rio Grande do Sul está diferente. O Estado vive o momento mais seguro de sua história. Como se não bastassem as quedas consistentes dos indicadores, os números atuais são os menores desde o início da medição, em 2010. O que até então parecia algo impossível de acontecer vem ocorrendo e 2025 deverá ser mais seguro que 2024 e 2023.
Agosto finalizou com o menor número de roubos de veículos da série histórica, assim como os crimes violentos letais e intencionais (CVLI). Do dia 1º ao dia 31 foram 123 delitos contra 126 apontados em junho do ano passado, uma baixa de pouco mais de 2%. No CVLI, são 92 ocorrências contra 93 apontadas em julho de 2024, que já era um recorde.
Vale destacar ainda que a cidade de Porto Alegre também registrou o menor número de roubo de veículos da série histórica. Em agosto deste ano foram 32 incidentes na capital gaúcha, 12 a menos que em junho de 2024, quando foram observadas 44 ocorrências, em uma queda de 27%.
Um dos meses mais seguros da história
Os homicídios caíram 24% na comparação com agosto de 2024, passando de 103 para 78. Já os casos de latrocínio baixaram de três para dois, queda de 33%. Nos crimes contra o patrimônio, os incidentes em transportes coletivos recuaram 23%, de 22 para 17. No campo, o abigeato continua em queda. Foram 245 situações contra 282 no mesmo período do ano passado, queda de 13%. Com isso, tais indicadores registraram os menores índices para agosto na série histórica.
– Os números históricos de agosto demonstram que estamos no caminho certo. Ao mesmo tempo, não diminui a nossa responsabilidade no combate à criminalidade. Seguiremos firmes e atentos a qualquer ponto fora da curva. O nosso principal objetivo é levar tranquilidade ao povo gaúcho, para que possam sair de casa para trabalhar, estudar e ter seu momento de lazer com a família. É como diz o nosso slogan: “a nossa missão é a tua segurança” –, afirmou o secretário da Segurança Pública, Sandro Caron.
Na comparação mês a mês, o Estado também apresentou retração de 12% nas ocorrências em estabelecimentos comerciais, de 364 para 322. Já os roubos a pedestre passaram de 1.237 para 1.239, enquanto as ocorrências bancárias variaram de zero para três. Os feminicídios subiram de cinco para oito.
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