Foto de Kleiton Vasconcelos / Rádio Uirapuru
A primeira parada do União Frederiquense para retornar à elite do futebol do Rio Grande do Sul, será Passo Fundo. Terra essa, que tem dois grandes clubes do interior, e ambos, são adversários no Grupo A, da Série A2: Gaúcho e Passo Fundo. O primeiro adversário do União Frederiquense será o Gaúcho neste domingo, 16, às 15h, na Arena BSBIOS, em Passo Fundo. Além de ex-atletas que estiveram no elenco que subiu para o Gauchão 2022 – zagueiro, Talis, e o centroavante, Gabriel Rossetto -, Gilson Maciel, ex-centroavante do Grêmio nos anos 1980 e 1990. Gilson, que era chamado de Gilson Cabeção, hoje, prefere ser chamado, como Gilson Maciel.
Em entrevista exclusiva na região para LA, Gilson Maciel, faz elogios ao União Frederiquense por sua tradição de montar times com possibilidades de brigar pelo acesso. Maciel ressalta que o modelo utilizado pelo Leão de se transformar em Sociedade Anônima do Futebol (SAF) é um caminho sem volta.
- A Saf é uma nova situação que está entrando nos clubes, não só no RS, no Brasil e no mundo. Os clubes estão se aperfeiçoando. O União Frederiquense está entrando nesse modelo e por isso tem jogadores jovens, mas atletas com currículo na base. Hoje, os clubes de sub-20 atuam em estádios cheios, e isso, dá maturação. A equipe do União tem tradição e de formar grandes times. Acredito que a Saf é um caminho sem volta. Nós que trabalhamos no futebol, o que a gente quer é organização e condições de trabalho. A gente fica feliz quando as coisas dão certo. Os primeiros jogos amistosos a gente teve pouco acesso, mas possuímos algumas informações sobre o União. Apesar de informações pequenas, eles nos fornecem o modelo em que nossos adversários jogam. A gente sabe que o União é uma equipe que compete muito e que estão buscando seu espaço – disse Maciel.
Histórico
O seu último clube foi o Aimoré, de São Leopoldo, em 2021. Em sua carreira, Gilson Maciel, atuou como auxiliar no 15 de Novembro, que foi vice-campeão gaúcho, e alcançou grande campanha na Copa do Brasil em 2005. Anos mais tarde, se transferiu para o futebol catarinense, atuando no Criciúma e Joinville.
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